sábado, 29 de agosto de 2009

Poema Elétrico




Chegou em casa, excitado e suado.

Pegou na gaveta a Câmera Yashica.
Tirou uma foto digital da palma da sua própria mão.

Sentou na escrivaninha e ligou o laptop.
Abriu o Photoshop.

Precisava ao menos tentar urgentemente mudar, o que a cigana havia lhe dito sobre seu futuro, lendo as linhas da palma da sua mão.

7 comentários:

Alberto Rodovalho disse...

então senhor Sete, qualquer semelhança é mera conhecidencia ou tem um pouco de mim nessas palavras?

mas eu uso Nikon...

Audrey Carvalho Pinto disse...

a tecnologia mudando nossos destinos rs!!! =]

marden disse...

Cara, se conseguiu ainda não sei, mas em meio a tantas tramas, quer seja por Cloto, Ariadne ou pelas Parcas eu vim parar aqui.

E digo que que a partir de hoje não hei de passar alheio a estes seus fios!

Prazer e abraço!

Tereza disse...

Hummm, gostei daki, viu?
Voltarei mais vezes.
Tereza

Tereza disse...

Gostei daki, viu?
Voltarei mais vezes!
=)
Tereza

Robisson Sete disse...

sinta se a vontade tereza

bjos

Velharia disse...

Um poema burlador de destinos,um ótimo poema, gosto de ver seus poemas com esse som, poemas que vão de um lado para outro. Gostei.