li uns poemas para os estudantes à convite da professora, e minha amiga, Daiane ...
divertidíssimo ...
aconselho, a quem se interressar, um dia participar d'uma coisa assim...
aluno com os poemas no bolso
Fotos de Luana Magrela
Em poesia tudo vale, e toda poesia não vale nada. A não ser o frio na espinha, o arrepio na nuca, o esplêndido prazer dos que não sabem e descobrem, a vontade de dizer. LEIA OUVINDO UM SOM ALTO.
aluno com os poemas no bolso



Além da entrevista que o cara deu a WebTVGOMA; que eu não fui por estar completamente rouco.
Paciência, nada é perfeito.
ROGÉRIO SKYLAB é dos artistas, ao menos pra mim, mais importantes hoje no país. Sincero na sua verdade. Puro, insano e humilde. Entre tantas coisas das quais falamos; modernismo, semana de 22, torquato, leminski, fluminense, heleno de freitas, as melhores e piores bandas, os textos, as letras, a cidade de Uberlândia, a cena do Rio, a Globo, o Faustão, as mulheres ... ficou a amizade e a certeza que o cara volta logo.
É ... logo.
Pra conferir
http://godardcity.blogspot.com/,
onde ele cita toda essa movimentação da cena de bandas independentes do interior do país, como uma das coisas mais foda que ele vê hoje no panorama cultural do Brasil.
Enfim...
...
A banda JUANNA BARBÊRA promove sua arruaça



a vida anda mesmo imitando a arte. tenho provas !!! vi sis dias no concurso do Faustão, perdeu pros caras que imitavam o KISS.
enquanto a morte; aquela vedete, que diga-se de passagem, não imita ninguém, estava no outro canal, no quizshow de variedades.
ganhou de lavada.
o auditório foi ao delírio.
foto de andrea dias
http://www.flickr.com/photos/andreadias/322674343/
quando a conheci vi que era sinônimo de
namorar.
Não desse namorar panaca dos seriados das cinco horas,
mas o fantástico namorar pra conquistar o mundo ...
juntos.
Mas faltava algo.
Daí, fiz anagramas na minha pele com teu nome até conseguir,
místico que sou, transformar como o alquimista,
as iniciais doses de veneno
_ "Ih", quem é esse cara ?
nesse sabor doce na boca
_ "Oh", te gosto muito, menino.
Misturando o caldeirão dos dias
fui bebericando a poção,
nosso chá alucinógeno
e
sentindo ainda a falta d’um tempero
pus de mim, a letra "r"
p’ra então
conjugar seu nome no infinit(o)ivo verbo
namorar.
Enfim tatuei; cravado na carne, o anagrama,
pra nunca esquecer da fórmula química,
a receita de nós dois.